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História

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Vacaria √© a maior cidade dos Campos de Cima da Serra. Conhecida como Porteira do Rio Grande, destaca-se por sediar o Rodeio Crioulo Internacional, maior manifesta√ß√£o art√≠stica, cultural e campeira da tradi√ß√£o ga√ļcha. Mas n√£o √© s√≥ de tradicionalismo que vive o munic√≠pio. O ecoturismo, a pecu√°ria e a produ√ß√£o de ma√ß√£s, pequenas frutas, flores e gr√£os tamb√©m se destacam.

Vacaria, em castelhano, baquer√≠a, era o nome dado √†s grandes extens√Ķes de campos naturais, onde os mission√°rios jesu√≠tas dos Sete Povos das Miss√Ķes deixavam os seus rebanhos para se criarem soltos. O munic√≠pio serviu de passagem para os tropeiros, os quais proporcionaram a vinda dos primeiros povoadores do Sert√£o de Vacaria. A funda√ß√£o da cidade est√° ligada √† sua chegada, em busca de gado e terra e, tamb√©m, ao achado de uma imagem de Nossa Senhora, marcado por grande mist√©rio. Na primeira divis√£o administrativa do Estado do Rio Grande do Sul, o munic√≠pio j√° se fazia presente, integrado a Santo Ant√īnio da Patrulha, com o nome de Freguesia de Nossa Senhora da Oliveira da Vacaria. Em 1936, a vila foi elevada √† categoria de cidade.

A hist√≥ria de ocupa√ß√£o do espa√ßo dos campos de cima da serra onde se formou, mais tarde, a cidade de Vacaria iniciou-se no fim do s√©culo XVII, com o processo de demarca√ß√£o e cria√ß√£o da Baqueria de Los Pinares pelos Jesu√≠tas e Guaranis das Miss√Ķes da Banda Ocidental, bem como da Oriental, do Rio Uruguai.

As vacarias eram reposit√≥rios de gado que estavam localizadas em regi√Ķes distantes dos n√ļcleos urbanos. De certa forma, constitu√≠am uma fronteira aberta do espa√ßo missioneiro. Os limites eram imprecisos e o gado reproduzia-se sem a interven√ß√£o do trabalho humano.

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